O seu filho de 2 anos cai, olha para si, avalia a situação por 3 segundos e começa a chorar como se lhe tivessem amputado algo. Na verdade, não se magoou. Você...

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Fazer o Teste de Parentalidade →Porque importa esta situação
Ver o nosso filho cair, mesmo que não se magoe, pode despertar uma série de emoções em nós, pais e mães. É natural sentir um ímpeto de proteger e confortar. A forma como reagimos nestes momentos tem um impacto significativo no desenvolvimento emocional e na capacidade de resiliência dos nossos filhos. Eles observam-nos para perceber como devem interpretar o mundo e as suas próprias sensações.
Nesses instantes, o que fazemos ou dizemos pode ensinar-lhes a lidar com a frustração, a dor (física ou emocional) e a desenvolver a sua própria perceção de segurança. Estamos a moldar a sua inteligência emocional, a forma como expressam os seus sentimentos e como aprendem a regular as suas reações face a pequenos contratempos da vida. É mais do que apenas uma queda; é uma oportunidade de aprendizagem mútua.
Refletir sobre estas situações ajuda-nos a ser pais mais conscientes e a construir um vínculo mais forte e compreensivo com os nossos filhos. Que escolha faria neste cenário?
As respostas possíveis
Estas são as opções do teste. Cada uma mede algo diferente — qual é a melhor diz-lhe o teste 😉.
- A“Não foi nada, levanta-te” e continua.
- BBaixa-se, olha para ele e pergunta onde dói.
- CPega-lhe ao colo e dá-lhe mil beijos.
- DDistrai-o com algo brilhante.
O que dizem os especialistas
Alan Sroufe
Professor de Psicologia, U. de Minnesota
“A resposta do cuidador à angústia da criança é crucial para moldar a regulação emocional. A validação e o apoio sensível constroem a capacidade da criança para gerir o stress.”
Daniel Siegel
Neuropsiquiatra, U.C.L.A.
“Nomear para acalmar: Ajudar as crianças a identificar o que sentem é o primeiro passo para processar essas emoções e aprender a regulá-las. Validar a experiência delas é fundamental.”
Diana Baumrind
Psicóloga do desenvolvimento, U.C. Berkeley
“Os pais autoritativos, que respondem às necessidades emocionais dos seus filhos de forma calorosa e sensível, mas estabelecendo limites claros, promovem a competência emocional e a autonomia.”
Advogado do diabo
Objeção comum
Será que o pai ou a mãe não têm nada melhor para fazer do que validar um choro fingido? Não é um drama. Às vezes é preciso ser prático e continuar com o que estamos a fazer.
Porque não se sustenta
Compreendo a urgência, mas estes pequenos momentos são cruciais. A sua atenção durante alguns segundos não é 'perder tempo', é investir nas ferramentas de gestão emocional que o seu filho usará durante toda a vida. Ensina-o a confiar em si para obter apoio e a compreender as suas próprias reações.
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O gestor de tarefas que coordena toda a família, sem stress.
Visitar →famiEduca.comPlataforma onde as crianças aprendem de forma autónoma e divertida.
Visitar →Guia mundial de destinos e pontos de interesse para viajar em família.
Restaurantes onde a gastronomia também é para os mais pequenos.
Desafios e jogos para redescobrir o prazer de jogar juntos.
Receitas fáceis para cozinhar com os mais pequenos.
Cinema selecionado para ver em família.
Leituras para pequenos grandes leitores.